Haisem Abdul Baki cativa alunos de Comunicação

Haisem, no Jobmix-FAAT mostrou seu empenho para ser reconhecido

Texto: Rubens Paschoal

Imagens: Ronaldo Catadori

A noite de segunda feira, 20 de agosto, será inesquecível para os alunos de jornalismo da Faat presentes no auditório do Campus D. Pedro I, quando esteve presente o o tranquilo jornalista de falar manso e agradável Haisem A Baki, da rádio Estadão-ESPN.

 A Baki começou sua carreira em 1992 na CBN Paulista apresentando diversos programas jornalísticos da emissora e, após passagens pela StereoVale FM, BandVale FM e Bandeirantes AM (99 a 2010), em 2011 foi escalado para apresentar o Estadão no Ar, posto que ocupa até hoje ao lado de Mia Bruscato.

Na palestra-entrevista contou como a “notícia pula em cima da gente”, de modo que o jornalista atento tem “furo” em todo canto e a qualquer hora.

Quando perguntado sobre sua passagem pela faculdade, entre 82 e 86, mencionou como fator preponderante o contexto politizado dos alunos de então, “época do regime de exceção, de ebulição política” quando a “dificuldade ensinou muito”.

Relatou ainda que, no inicío, na Rádio Diário de Mogi das Cruzes, fez de tudo um pouco: foi redator, repórter, apresentador, operador e faxineiro quando necessário, o que serviu de gancho para aprofundar a questão de que hoje as funções nas rádios são mais definidas.

Confidenciou que pretendia ser repórter esportivo mas o que “ a vida me levou a fazer, gostei de fazer, de maneira que não tenho nenhuma mágoa ou arrependimento”.

No comando dos botões da Estadão-ESPN, procura sentir a demanda de notícia para que possa interagir com o ouvinte pelo Twitter, sms, telefone, Facebook e outras ferramentas que a moderna tecnologia proporciona.

Uma vez por mês, apresenta o quadro ‘Café da Manhã’, voltado para entrevistas realizadas ao vivo nos estúdios da emissora com personalidades importantes do cenário nacional, com entrevistas dos colunistas da emissora e totalmente interativa, com a participação do ouvinte, via SMS, e-mail e as redes sociais”.

Ao final, respondendo perguntas da platéia do IIIJobmix-FAAT, abordou temas relacionados a flexibilidade da Hora do Brasil, Barak Obama, Luiza Erundina, Celso Pitta e  obrigatoriedade do diploma de jornalista dentre outros assuntos. Todos esses assuntos mostram a flexibilidade e o traquejo obtido em sua trajetória, o que chamou a atenção de todos, especialmente os que pleiteiam ser jornalistas.

Leveza: No ‘Café da Manhã’, do Estadão, Haisem entrevista personalidades do cenário nacional

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Palestra de encerramento da Semana JOBMIX

Por Cleonice de Oliveira

No último sábado, 25, foi realizada no auditório da FAAT – FACULDADES às 09h:50, a palestra de encerramento do 3º JOBMIX , com o tema Engenharia Social nas Comunicações Eletrônicas: características e desafios. Walter Aranha Capanema, advogado residente do Estado do Rio de Janeiro ministrou a palestra de uma forma descontraída e divertida, acompanhado da vice-presidente da OAB Dra. Lúcia Tutti especialista em Direito Eletrônico e representante da Ordem dos Advogados do Brasil. Neste último dia de palestra alunos de diversos cursos foram reunidos entre eles: Comunicação Social, Direito e Logística.
A Dra. Lúcia iniciou a palestra falando um pouco sobre o Direito Eletrônico.

“Sabemos que a comunicação é necessária em nosso dia a dia. Nisto, é importante que ela e a área de direito se unifiquem para se tornarem ainda mais completos. O Direito eletrônico estará em todas as relações, devemos nos preparar para o futuro e o futuro é agora”.

De uma maneira irreverente, Walter também falou sobre como a comunicação e como a mesma é relevante nas aplicações da área de Direito.

“A Comunicação Social e o Direito tem que andar lado a lado, para que podemos lidar com diversas situações em nosso cotidiano”.

Deu conselhos para os universitário para que os mesmos não se formem em um curso pensando em exercer somente aquela profissão, sem manter nenhum contato com as demais.

“Precisamos enxergar outras ciências, não somente aquelas que nos formamos, tem que haver um entrelaçamento entre todas elas para que elas se comuniquem”.

Falou sobre o uso moderado dos meios sociais, onde o excesso de comunicação acaba sendo prejudicial.

“Hoje em dia todo mundo têm Facebook, até eu que sou advogado também tenho o meu. Entretanto, o uso destes meios tem que ser feito com muita atenção. A cada dado colocado no Facebook é uma porta da sua vida que está se abrindo para que um criminoso possa saber sobre sua vida pessoal, tornando-se um perigo para a sua segurança”.

Sobre criminosos da comunicação, Walter falou sobre um dos mais conhecidos internacionalmente.

“Kevin Mitnick é um criminoso que ficou conhecido pelo mundo todo por causa do modo com que roubava suas vítimas. Usava como arma a comunicação para conseguir tudo o que queria. Já escreveu dois livros sobre o assunto e uma das frases que ele disse foi a seguinte: explore o fator humano”.

No decorrer da palestra Walter também explicou sobre o Direito como Ciência Humana, e as formas como o criminoso aborda a vítima. Entre elas: convencional, o criminoso vai até a vítima para obter informações e reversa a vítima vai até o criminoso por algum motivo. Outros golpes também utilizados por eles para enganar a vítima é a engenharia social, carência afetiva, curiosidade, passando-se por outra pessoa, ganhando confiança, entre outros.

Produzindo Capas de Revista

por Mayra Bondança

Em uma conversa descontraída e cheia de informações importantes, Jean Takada, designer gráfico da editora Abril, foi o responsável pela oficina ‘Produzindo Capas de Revistas’ para a turma de Jornalismo da FAAT – Faculdades, na última quarta-feira, 22. A apresentação foi parte do III Jobmix, ciclo de palestras para os cursos de Comunicação Social da faculdade, que teve início no dia 20.

Contando sobre sua experiência em uma das maiores editoras do Brasil, Jean explicou os processos de formação da identidade visual de cada revista, de acordo com seu público-alvo. Funcionário do núcleo de revistas femininas populares, levou diversas publicações para que os alunos pudessem comparar.

“Conhecendo as leitoras, nós sabemos a identidade visual que vamos dar a uma revista”, explicou.

O designer ainda apontou a importância da relação entre o jornalista e os responsáveis pela arte.

“Sou designer há 15 anos e estou fazendo faculdade de jornalismo para ver se eu entendo a cabeça do jornalista. Sempre tem aquela questão do pessoal da arte querer colocar mais fotos e o jornalista não querer cortar os textos. Eu nunca entendi isso, mas, hoje, eu não deixo cortarem meus textos”, brincou.

Segundo ele, não é possível haver projeto gráfico, sem o projeto editorial. Ou seja, ambos devem caminhar juntos para que a revista tenha uma identidade e satisfaça seus leitores.

“A função do designer é transformar a informação em comunicação, ele é o responsável por deixar a matéria ainda mais atraente.”

Jean falou sobre várias questões que são de suma importância na questão gráfica de uma revista. Deu exemplos e explicou como devem ser feitos os espelhos de cada edição, as retrancas das matérias, a questão da infografia, da fotografia e da tipografia, as cores que devem ser utilizadas e a legibilidade.

“Quanto mais facilitamos a leitura, mais leitores chegarão ao final da matéria”, destacou.

O designer também falou sobre a tendência de deixar as publicações mais limpas e suaves, resultando em leituras agradáveis.

Finalizando a oficina, Jean solicitou que os alunos montassem uma capa com as retrancas dadas por ele. Cada grupo tinha um público-alvo e o projeto gráfico deveria seguir suas preferências. Uma ótima forma de colocar o aprendizado em prática.

Palestra – Juliana Terra Barsanti do Grupo Pão de Açucar

Por Tamara Gonçalves

Juliana Terra Barsanti – RP do Grupo Pão de Açucar

Na quarta-feira, 22, aconteceu em uma das salas da FAAT -FACULDADES ATIBAIA, uma palestra direcionada aos alunos de Relações Públicas da FAAT. A palestra iniciou-se as 19h30 e durou pouco mais de duas horas.

Com todas as cadeiras ocupadas e alunos muito atentos, a RP do Grupo Pão de Açucar, Juliana Terra Barsanti, dividiu com os alunos suas experiências na área e em sua atual função.

Além de explicar detalhadamente como é o funcionamento da comunicação interna da empresa e como seu papel na  é de suma importância.

Palestra – Criatividade e Criação

Por Tamara Gonçalves

O palestrante Mairlos Navarro.

Foi realizado na ultima quarta-feira, no auditório da FAAT – FACULDADES ATIBAIA, a palestra voltada para os estudantes de Publicidade e Propaganda, que tinha como objetivo enfatizar a criatividade e criação dos alunos e futuros publicitários.

Além dos alunos do curso de Publicidade e Propaganda, estavam presentes também, os alunos do curso de Artes Visuais, que se mostraram muito interessados pelo assunto e acreditam que o tema tem tudo a ver também, com o curso deles. Aumentando ainda mais o número de alunos presentes no auditório.

A palestra foi ministrada por  Mairlos Navarro – Especialista em Administração de Negócios e Gestão Empresarial. Diretor Executivo da Integral Aretê. Fotógrafo, Desenhista e Ilustrador.

Navarro ressaltou que a criatividade depende muito de seu estado de espírito, e mistura vários conceitos, o ideal é que esteja de bem com a vida e acima de tudo, feliz.

Além disso, fez referência a artistas como: Van Gogh, Matisse, Portinari e Frank Miller.

Auditório repleto de alunos à espera da palestra Criatividade e Criação.

Subjetividade e a Objetividade dos textos jornalísticos

Por Cleonice de Oliveira

As cadeiras da sala foram posicionadas em forma de círculo, para que os alunos pudessem fazer perguntas e expor suas ideias de forma mais aberta e convidativa.

Na quarta-feira, 22, ocorreu em uma das salas da FAAT – Faculdades Atibaia, situada no Campus Dom Pedro, a oficina sobre Subjetividade e a Objetividade dos textos jornalísticos. Ministrada pelo editor e jornalista Moriti Neto – JP Notícias e também professor da FAAT. A palestra teve inicio as 19h40. Participaram também da oficina o Repórter Robson Morais e o Diretor Administrativo Anderson Gama ambos também colaboradores do Jornal JP.

As preferências jornalísticas (meios jornalísticos e escritores) dos alunos foi o primeiro ponto a ser levantado por Moriti, que fez um breve comentário sobre as diferenças entre o impresso e online.

“A internet ainda é vista com certa desconfiança por alguns leitores, talvez por causa do seu ineditismo. Já o impresso nos permite fazer apurações e aprofundamento no conteúdo noticiado”.

Formado em jornalismo no ano de 2008,  na FAAT, o jornalista falou sobre sua carreira profissional, nos diversos meios em que atuou, entre eles: Folha de São Paulo, Jornal do Brasil, Folha Vale, Revista Caros Amigos, Fórum, Carta Capital, entre outros.

No atual jornal em que é responsável, o JP, contou sobre a reformulação do mesmo e seu diferencial no mercado jornalístico:

“O JP tem uma linguagem diferenciada, se comparado com outros jornais a forma com que passamos a notícia para o leitor é diferente”.

Falou também sobre sensibilidade jornalística, segundo ele na hora de discorrer sobre um fato o autor do texto tem que fazer de uma forma com que o leitor se sinta sensibilizado com a notícia, para que a mesma seja refletida.

Um dos pontos fortes e que gerou vários comentários pelos alunos na oficina foi a subjetividade e a objetividade nos meios de notícias. Outro ponto que também foi citado por Moriti foi sobre textos autorais, a importância do jornalista em escrever o texto de uma forma inigualável, para que quando o leitor ler a notícia reconheça o autor sem ler a sua assinatura:

“Tem que marcar terreno, tem que ser autoral”.

Durante um período da oficina, o participante Robson Morais falou sobre sua experiência e em escrever em revista.

“Texto de revista é gostoso de fazer, pois proporciona a possibilidade de ramificar um texto que fala sobre um mesmo assunto e até desconstruir um lead. Fazendo com que o leitor fique preso no texto, além de termos bastante tempo para escrevê-lo”.

E completa fazendo uma comparação com textos escritos para a web:

“Já na web é diferente eu escrevi em um portal durante quatro anos, que tinha que ser atualizado diariamente, com textos curtos e sem profundidade. Porém, conseguia utilizar várias ferramentas, uma delas: os vídeos, que permitia que o leitor navegasse entre o texto e as imagens”.

Oficina de Fotografia

Por Ana Gabriela Storai

O fotógrafo Wilson Kunikata

Nesta quarta-feira, 22, a semana da comunicação contou com diversas oficinas, dentre as quais os alunos eram convidados a participar de maneira mais reflexiva e experimental.

Na oficina de fotografia o professor e fotógrafo profissional Wilson Kunikata abordou técnicas para utilização eficiente de uma máquina fotográfica.  A oficina iniciou com o conhecimento das partes físicas de uma máquina e suas respectivas funções, tais como: o ajuste de exposição, diafragma, obturador e ISO.  Para os leigos no assunto tudo ganhou um sentido mais simples quando o professor fez um comparativo entre essas partes e o olho humano: 

“Enquanto no olho, a retina é capaz de traduzir a luz em imagens, nas câmeras fotográficas quem faz isso é o sensor.”

Houve também referência aos Princípios da Fotogenia que cuida para que todo o contexto da fotografia se harmonize, por exemplo: o personagem principal deve ser bem escolhido e acompanhado de elementos que harmonizem a cena, há a necessidade de se olhar bem o visor da câmara para encontrar o retângulo que pode ser dividido em três partes na horizontal e vertical, essa é a regra dos terços e também as linhas que são caminhos para os olhos, elas mostram direção e distância.