Quem foi São João Batista?

ImagemFoto do balão de São João

Por Tamiris Nassif

São João Batista padroeiro da festa de São João em Joanópolis, e de Atibaia, nasceu no dia 24 de junho, exatamente seis meses antes do natal

De acordo com os evangelhos de São Lucas, João era primo de Jesus e recebeu o nome de “João” porque antes dele nascer, seus pais haviam recebido a visita de um anjo que lhes disse que seu filho seria especial e já lhe deu nome. O segundo nome “batista”, era porque ele batiza as pessoas no rio Jordão.

Para as pessoas daquela época, o batismo servia como uma preparação para que chegassem ao reino de Deus, confessando assim seus pecados à João, era como se eles estivessem limpando suas “dívidas” para com Deus.

João Batista foi criado dentro da cultura dos judeus, e por seus conhecimentos e admiração pelo profeta messias, defendia a todo tempo em seus discursos heróicos sobre a volta de Messias, o que o tornava o intermediário com Deus.

Por volta dos 25 ou 30 anos de idade João era muito comparado com o “Profeta Messias”, suas vestimentas, cabelos compridos e principalmente os discursos públicos que realmente eram inspirados em “Messias”. Algumas pessoas acreditavam que o espírito de messias havia encarnado em João, que não gostavam da comparação, e dizia que jamais chegaria aos pés de Messias e que todos deveriam aguardar, que quando menos esperassem, “Messias” voltaria, mas não em forma de reencarnação.

A cidades cujos padroeiros são, São João Batista, comemoram anualmente na data do nascimento de João batista, 24 de junho, a festa em sua homenagem. Época de baixas temperaturas, o mês de Junho se tornou o mês de João.Imagem Igreja São João Batista de Joanópolis

Fanfictions – Fragmentos Literários

por Mayra Bondança

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Em banca na última quinta-feira, 06 de dezembro, Diego Piovesan apresentou seu Projeto Experimental de conclusão do 4º ano de Jornalismo, pela FAAT – Faculdades. Na presença da família e amigos, enfrentou os professores Orivaldo Leme de Biagi – docente da própria instituição – e Carla Schwingel – pós-doutora em Fotônica e Novas Mídias e professora da Universidade Presbiteriana Mackenzie.

Desenvolvido durante todo o ano de 2012, o trabalho de Piovesan tratou-se de um livro-reportagem que aborda as fanfictions, histórias de ficção escritas por fãs que se resumem em contos paralelos de personagens ou enredos de grandes sucessos da literatura.

Grande fã da saga Harry Potter, de J. K. Rowling, o aluno foi orientado, à época, pelo professor Elizeu Silva a buscar algo que se relacionasse à história inglesa. Depois de muito cogitar e pesquisar, acabou decidido por explanar essa extensão literária, da qual Harry Potter, seus amigos e sua história são campeões.

O ineditismo do tema deu visibilidade à obra, já que são escassas publicações e estudos abordando as fanfics. No Brasil, nada se dedica a analisar a prática, enquanto nos Estados Unidos, o conteúdo é pouco e sem profundidade. Esse fator acabou por se tornar também uma dificuldade. Segundo o autor, por conta disso foi difícil desenvolver o conceito de base. “Não há no mercado editorial uma análise reflexiva sobre a questão das fanfics. Não há nada nada impresso no Brasil e nos Estados Unidos há poucos estudos, reportagens, mas nada que seja com ênfase e entre no mundo das fanfictions”, explica.

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Além de apresentar esse novo mundo ao leitor, Piovesan também se preocupou em explicar como a legislação brasileira classifica o ato. O que na América do Norte é muito comum e de livre prática, possui restrições no Brasil. A reprodução, adaptação e o uso de personagens de obras brasileiras sem autorização, ferem a lei do direito autoral e são classificadas como crime.

Com a personalidade de Piovesan impressa em cada parte, o livro de mais de 180 páginas representa um estudo inédito, aprofundado e detalhado sobre fanfictions. O autor conseguiu, com sucesso, abordar um tema completamente novo e de seu gosto, transformando-o em uma importante ferramenta de informação ao público e, quem sabe, de mudança na literatura nacional. A abordagem franca e descontraída, auxilia na facilidade de acesso à informação e imprime um estilo juvenil sem perder a seriedade do trabalho acadêmico.

Por seu trabalho, Diego Piovesan foi aprovado com louvor pela banca examinadora e concorreu ao prêmio de Melhor Projeto Experimental do 4º ano de Jornalismo no TalentCom, evento realizado pela FAAT – Faculdades.

O livro, nas versões impressa e virtual, está disponível para venda pelo Clube dos Autores no link http://209-20-84-221.static.cloud-ips.com/book/137578–Fanfiction e pela AG Book, https://agbooks.com.br/book/137578–Fanfiction_Fragmentos_da_ficcao.

Green Park: moradias irregulares no interior paulista

Ana Gabriela Storai Coutinho

 

Os trabalhos de conclusão de curso do jornalismo da Faculdade de Atibaia neste ano, contou com temas fundamentados e de grande valor social para o interior de São Paulo. O documentário desenvolvido por Tamara Gonçalves, Maria Thereza Longombardi e Éric Brandão foi a de justamente explorar uma  situação de total descaso e esquecimento vivido por  alguns cidadãos.

A proposta era mostrar um pouco sobre a realidade das pessoas que vivem em moradias irregulares, dentro de um exemplo próximo de nós, que é o bairro Green Park em Bragança Paulista. As pesquisas foram embasadas e desenvolvidas com o apoio de especialistas e estudiosos sobre o assunto, mas a grande dificuldade foi ao buscar informações da própria prefeitura da cidade que se omitiu, anulando sua responsabilidade sobre o assunto.

Em ano de eleição, onde muitos interesses se colidem, os moradores tornaram-se mais acanhados e desconfiados sobre as reais intenções do grupo, já que os mesmos já tiveram grandes experiências com grandes promessas e pouca resolução. Mas, a maior dificuldade foi o suporte técnico da faculdade também se tornou uma grande dificuldade, prejudicando a destreza e aprimoramento do trabalho.

Invasão: uma questão de sobrevivência

O planejamento foi organizado através de cronogramas internos, contanto com todas as atividades que se colocaria em prática. Conforme eram cumpridos, elaboravam novas estratégias. O projeto contou com despesas pesadas, devido ao material e tecnologia avançada, mas foi totalmente controlado e medido de acordo com as condições da equipe, sem ferir a qualidade almejada.

Tamara Gonçalves conta um pouco do impacto que tal trabalho refletiu em sua experiência e vida pessoal: “Me surpreendeu a forma como as pessoas amam aquele lugar em que vivem e como é um pensamento cruel, querer retirá-las de lá, sendo que a prefeitura pode (e deve) legalizar o lugar e fazer com que as famílias permaneçam lá.” E acrescenta: “A capacidade do meu grupo também, em fazer jornalismo, em encarar um bairro pobre, cheio de pessoas desconhecidas e amar aquilo que fez foi o mais gratificante!”

Ainda que envolvidos por um conflito social, onde cada morador tem a sensação de insegurança, o amor pelo bairro é impactante. O projeto exigiu uma presença frequente da equipe no bairro, onde os moradores dividiam sua rotina, particularidades, opiniões e medos.

Apesar da negativa da prefeitura para com o assunto, o Prefeito de Bragança João Afonso Sólis, busca indenizar a proprietária do terreno, Dona Benedita, e dar posse para cada um dos moradores. Com o grande sucesso do documentário o grupo foi motivado a buscar novas alternativas e aprofundar ainda mais a problemática que possui grande valor para a sociedade não só bragantina, mas brasileira.

Telenovela Gabriela: sob o olhar dos especialistas

Por Tamara Gonçalves

Duas versões da cena em que Gabriela sobe no telhado, a recente de 2012 e a anterior de 1975

Duas versões da cena em que Gabriela sobe no telhado, a recente de 2012 e a anterior de 1975

Ana Gabriela Storai, realizou um trabalho de conclusão de curso sobre as três versões televisionadas da obra Gabriela, de Jorge Amado.

A paixão pelo jornalismo, literatura e história foi impulsionada pela comemoração do centenário do grande autor brasileiro Jorge Amado. A falta de dados e especulações pela primeira adaptação da novela Gabriela colaborou para instigar a pesquisa e desenvolvimento do trabalho de Storai, que escolheu seu tema principalmente através desses desafios.

Com o objetivo de realizar um estudo sobre como a mídia reportava suas notícias no momento em que eram transmitidas as adaptações da obra para telenovela em 1960 pela TV Tupi, em 1975 e 2012 pela Rede Globo. Diante disso, pretende-se traçar as alterações do efeito no olhar dos especialistas e fazer um comparativo destas abordagens, em paralelo com o contexto histórico. Tais dados também ajudaram a aluna a observar como a sociedade recebia e reagia ao desenrolar da trama.

A falta de documentação midiática que fornecessem dados importantes para a conclusão, principalmente da primeira versão da novela, foi a maior dificuldade encontrada por Ana Gabriela. As reportagens sobre o assunto são muito escassas e de difícil acesso. O que surpreendeu a aluna, que notou um grande descaso com a história da comunicação do Brasil. A falta de evolução da crítica de mídia e evolução do jornalismo foi também uma “constatação assustadora”, segundo ela.

Agora formada, Ana pretende divulgar através de mídias sociais e sites de incentivo a teses, a fim de prolongar e desenvolver a proposta de sua análise em parâmetros maiores.

“O Drama da Maternidade Precoce” aborda tema pouco explorado na cidade de Atibaia

Por: Maria Thereza L. Basile

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Em seu livro-reportagem, Cleonice de Oliveira propõe desmistificar dois assuntos que são considerados tabus na cidade de Atibaia, a gravidez e o aborto na adolescência. Além de tentar fazer com que os âmbitos da política, mídia, educação e saúde possam estar mais atentos e debater sobre a criação de políticas públicas voltadas a saúde e os cuidados com a adolescente grávida.

Através de pesquisas em sites de artigos científicos, percebeu que todos os textos que leu tinham um teor de alerta, pois a gravidez precoce é encarada como problema de saúde pública no Brasil e no mundo. A principal dificuldade enfrentada por Cleonice foi a de encontrar números relacionados ao aborto na adolescência em Atibaia. Pois, a secretária de saúde, Rita Bergo, e a secretária adjunta da Secretaria de Desenvolvimento Social, Márcia Zigaib, não puderam disponibilizar por falta de arquivos e meios que constassem esta informação.

Cada capítulo do livro descreve de forma diferente o cenário da gravidez e aborto na adolescência. Como Cleonice já sabia, previamente, o que iria descrever em cada capítulo, montou grupos de possíveis entrevistados que iriam fazer parte de cada capítulo. Primeiramente, fez a parte de pesquisa científica sobre o que iria falar, depois as entrevistas com os profissionais de saúde e por último as entrevistas com as adolescentes que iriam fazer parte do capítulo correspondente.

“De princípio achei que muitas pessoas iriam declarar ser contra a descriminalização do aborto, porém a maioria afirmou ser totalmente ou parcialmente a favor da descriminalização do aborto. Outro ponto que me surpreendeu foi o fato de que a Administração do município trata a gravidez e o aborto na adolescência como inexistente. Não existem programas cedidos pela Secretaria da Educação ou da Saúde sobre prevenção da gravidez precoce. E muito menos de prevenção contra o aborto. E por último, também me deixou surpresa saber que o conservadorismo ainda existe em Atibaia, infelizmente, bloqueando programas que poderiam melhorar a vida das adolescentes gestantes”, relata Cleonice.

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Segundo Oliveira, o que a fez ter vontade de se aprofundar mais no assunto foi saber que, quanto mais investigava sobre a gravidez precoce e especialmente sobre o aborto em Atibaia, mais coisas descobria. Na grande maioria eram descobertas falhas e não trabalhos bem realizados. “Gosto de falar sobre assuntos que carregam bastante crítica, o aborto é um deles”, explica.

Colocar o aborto na adolescência em pauta, na cidade de Atibaia e descortinar o delicado processo das adolescentes grávidas do município, não foi uma tarefa simples. O município, de forte tradição religiosa, tem perfil considerado conservador, inclusive no que se refere a posições políticas-ideológicas. Dessa forma, é pouca a luz lançada sobre a questão. A presença de estudos científicos, de debates públicos (com atuação de agentes políticos) e mesmo da mídia é escassa quando se fala de aborto. O tema é tabu. Apenas surge como notícia nas páginas policiais, nos momentos em que a mulher que escolhe abortar é criminalizada.

Para Cleonice, além do conhecimento que adquiriu sobre o assunto, a construção deste livro-reportagem pode ser uma oportunidade para que a administração da cidade possa olhar a gravidez precoce com mais seriedade, já que é uma questão de saúde pública. “Pretendo doar um exemplar deste livro para a biblioteca da cidade, para que alunos possam fazer suas consultas, pois acredito que poucos são os livros que falam sobre gravidez na adolescência”, finaliza.

“Green Park – o retrato de uma ocupação” A realidade das moradias irregulares em Bragança Paulista

Por: Cléo de Oliveira

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O documentário feito pelos alunos Tamara Salazar, Maria Thereza Longobardi e Eric Brandão, retrata o cenário da vida real no Green Park – loteamento situado em Bragança Paulista, interior de São Paulo. Segundo eles, a proposta da feitura deste trabalho é apresentar a realidade vivida pelos moradores deste local, que surgiu há mais de 20 anos.

Sobre o surgimento do Green Park, Maria Thereza dá uma breve explicação: “era um terreno particular que foi transformado em loteamento, que não foi aprovado, tornando-se irregular. Com toda a burocracia e o passar dos anos, a regularização do local tornou-se cada vez mais complicada e distante, tornando o local passível de invasões, dado o descaso e abandono, caracterizando assim, uma ocupação”.

A partir disto, o principal foco do documentário, segundo Longobardi, é o cotidiano dos moradores e qual o posicionamento deles com relação ao bairro em que vivem. Além da visão dos moradores externos – de outros bairros – com relação a eles. Especialistas em habitação e moradia irregulares, especialistas em outras áreas diversas (arquitetos, urbanistas, filósofos, sociólogos e jornalistas) artigos científicos e documentos cedidos pela prefeitura deram embasamento a este documentário. “Conseguimos um considerável número de informações que nos ajudaram muito no decorrer da realização do trabalho”, diz Longobardi.

Dentre as dificuldades encontradas para a execução deste trabalho, a principal delas foi conseguir entrevistas com representantes de órgãos oficiais, como a prefeitura. “Procuramos diversas vezes – desde o começo até o final do trabalho – os responsáveis pelas áreas de habitação da prefeitura, apesar de nos cederem algumas informações, todos se negaram a dar entrevistas, lamenta Maria Thereza. Outro apontamento feito por Longobardi foi na parte de edição do material, pois segundo ela os computadores da faculdade não suportam grande quantidade de material. ” Chegamos a perder boa parte de material já decupado e cortado, tendo que recomeçar do zero e quando recomeçamos o programa só travava, fazendo com que fosse impossível editarmos na faculdade “, frisa.

Sobre as estratégias, o trabalho foi desenvolvido a partir do pré – roteiro idealizado pelo grupo e pelo orientador. Nisto, este roteiro serviu como “bússola” para que o documentário fosse construído. Financeiramente, o documentário teve o custeio de R$ 2.000, entre transporte, alimentação e materiais para o feitio do trabalho.

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Para que seja feito um Trabalho de Conclusão de Concurso é importantíssimo o aluno se interessar pelo assunto, pois o mesmo terá que conviver com o tema durante, aproximadamente, um ano. Apaixonar-se pelo tema é algo natural.  “Apaixonei-me pelo objeto de estudo, pelo fato de gostar de me relacionar com as pessoas e retratar isso, principalmente os que estão à margem da sociedade, sofrem algum tipo de preconceito e etc. Foi justamente isso que me fez optar pelo jornalismo e agora, por esse tema. Poder vivenciar essas realidades”, conta Longobardi.

Depois de, aproximadamente um ano, o grupo obteve alguns resultados: a situação do bairro é totalmente desconhecida pelos órgãos públicos e nada é feito pelos mesmos para que os moradores tenham uma vida digna. “A atitude e o modo com que a Prefeitura nos tratou só confirmou a tese de que realmente, para eles, o Green Park é um assunto que preferem deixar ‘debaixo do tapete’. Tal comportamento não deveria acontecer, pois o próprio Poder Público deveria providenciar moradias dignas a esses cidadãos, com escolas, postos de saúde, segurança e oportunidades de emprego próximo, a fim de estabiliza-los socialmente. O que está longe de ser realizado”, afirma Maria Thereza.

O grupo que produziu o documentário não pretende deixá-lo somente como produto acadêmico, e sim trazer conhecimento para aquelas pessoas que desconhecem a situação dos moradores do Green Park. Além, de entrar em contato com o representante do lugar para que possam organizar um local (igreja, salão) para que seja feita a reprodução do documentário para os moradores. “Esperamos também que o Poder Público tome conhecimento do trabalho e se sensibilize”.

Segundo Maria Thereza, um dos seus desejos é efetuar um trabalho sobre conscientização da população que mora no Green Park. E que seja levada informações imprescindíveis sobre direitos de moradia e direitos de cidadãos. Independentemente do lugar onde estas pessoas moram estes direitos têm que ser igualitários.

“Os Limites da Desigualdade” demonstra realidade delimitada pela Autopista Fernão Dias

Por: Diego Piovesan

MayraCoverLivroFoto: Divulgação

“Não houve muita dificuldade em encontrar pessoas que pudessem contar sobre a triste realidade vivida nos bairros”. É o que afirma a jornalista Mayra Haron Bondança que na quarta-feira, dia 05, apresentou o seu trabalho à banca avaliadora na Faat Faculdades.

O trabalho social da jornalista foi de encontro com a realidade latente da autopista Fernão Dias como separadora de águas. A realidade demonstrada, e vivenciada pelos cidadãos de Atibaia, é uma exclusão feita a partir da Fernão Dias. De um lado, a riqueza e o desenvolvimento industrial e econômico da cidade. Do outro, a pobreza e a periferização em constante crescimento.

Haron vivenciou uma experiência beirando ao jornalismo gonzo e esteve, por diversas vezes, acompanhando o dia a dia daquela comunidade atingida por enchentes e vítimas da falta de infraestrutura e atenção do Poder Executivo local.

Uma das dificuldades da jornalista foi conseguir fontes oficiais, ainda mais pela realização do trabalho se decorrer no ano de 2012, quando as atribuições públicas estavam voltadas para as eleições municipais, dificultando o trabalho de pesquisa. Para tanto, a medida adotada pela jornalista foi do distanciamento de fontes oficiais e a aproximação de representantes da comunidade.

20121205_185837Foto: Diego Piovesan

Com relação à rodovia Fernão Dias, Haron afirma ter dificuldades em encontrar fontes bibliográficas. “Foi possível apenas encontrar informações em trabalhos de faculdade e pesquisas, mas não de forma muito profunda”, conta.

Este não foi o único problema enfrentado pela jornalista. As análises das consequências da construção e duplicação da estrada foram levantadas pelo estudo, mas sem o apoio de estudos bibliográficos já existentes, o que comprova o ineditismo do livro-reportagem.

O livro-reportagem “Os Limites da Desigualdade”, de Mayra Haron, foi publicado em 2012 pela editora Clube de Autores. O livro pode ser adquirido em formato digital (e-book) ou em formato impresso através do endereço eletrônico: http://clubedeautores.com.br/book/137494–Os_Limites_da_Desigualdade .