Estudantes projetam Energy Home visando economia de energia

Em fase conceitual, programa terá alterações conforme estudos e avaliações

Renan Sciola

O Energy Home é uma junção de equipamentos e um aplicativo pelo qual o usuário pode automatizar a iluminação e tomadas de sua residência, com enfoque na economia de energia. O projeto está sendo elaborado pelos estudantes Gabriel Zucchi de Souza (Engenharia Elétrica), Ivan Langone Francioni Coelho (Engenharia Ambiental), Giulio Cavalcante (Ciências da Computação) e Tiago Toledo Junior (Engenharia de Computação), todos da USP de São Carlos.

Os dois produtos envolvem um dispositivo semelhante a um adaptador de tomada, o famoso pino T, conectado nas tomadas da casa. Este dispositivo mantém comunicação com um sistema central que realiza funções como medição dos dados e corte do fornecimento de energia da residência.

A segunda ferramenta é inserida nas lâmpadas, permitindo o controle dos estados ligado e desligado, como também altera automaticamente a iluminação ambiente por meio de um dimmer – mecanismo de controle de luminosidade em lâmpadas que varia gradativamente a quantidade de luz emitida em um recinto – quando permitido pelo usuário.

Cada instalação é feita individualmente, semelhante aos sistemas de TV a cabo. Ao realizar a montagem do Energy Home, o técnico cria uma planta representativa da casa do cliente e nela insere os pontos de tomadas e lâmpadas em sincronia com os equipamentos e o aplicativo.

A principal função do dispositivo diz respeito a economia de energia, pois ele identifica os aparelhos em modo stand by – em que consome uma quantidade considerável de energia –  cortando o fornecimento quando permitido pelo cliente.

“Nós vemos a possibilidade de automatizar algumas funções da residência como uma vantagem, além do método de pagamento empregado, que também torna o produto mais acessível”, completa Tiago.

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Mercado de condomínios cresce com apelo à segurança

Privacidade e conforto também são atrativos para a população de Socorro e região

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Loteamentos e condomínios estão se multiplicando no município de Socorro

Henrique Cisman

Na contramão da crise econômica vivida pelo Brasil, cresce ano após ano a quantidade de condomínios e loteamentos fechados, movimentando bilhões de reais. De acordo com o levantamento anual do Sindicato do Mercado Imobiliário (Secovi), divulgado em 2015, o Brasil tinha no ano passado cerca de 180 mil condomínios, dos quais 51 mil no Estado de São Paulo. Somente na cidade paulistana, a arrecadação em 2012 foi de R$ 7,8 bilhões.

Uma das razões para isso é o oferecimento de mais segurança aos moradores, com a restrição de acesso somente para proprietários e convidados, além do policiamento particular. Condomínios também costumam ter espaços de lazer e área verde, atrativos importantes para a adesão de novos moradores.

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A supervisora de ensino Cenise Arrelaro adquiriu um terreno em um loteamento fechado na cidade de Socorro. Segundo ela, a motivação para o investimento foi a vontade de construir sua casa num lugar tranquilo, com menos barulho e do jeito que ela deseja. Mas a segurança também foi um fator considerado: “Acredito que um loteamento fechado seja mais seguro, principalmente por ter uma única entrada e saída. Isso restringe o acesso de pessoas ao local”, explica.

Apesar dos números favoráveis no ramo, o empresário Marco Carraro, sócio proprietário de uma construtora, indica que esse mercado ainda pode evoluir muito: “O setor imobiliário passou por um período muito difícil, mas há sinais de recuperação. Acredito que venha a crescer devido à falta de segurança que existe em nosso país”, afirma.

Condomínio ou loteamento?
A diferença básica entre os dois tipos de empreendimento é que, no condomínio, o proprietário adquire não somente a área de uso privado, mas também a de uso comum, como ruas de acesso, área verde e espaço de lazer, enquanto no loteamento a aquisição é apenas da área referente ao lote, e todo o restante é de domínio público, ou seja, não é permitida a restrição de acesso.

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Segurança, lazer e privacidade são os maiores atrativos na hora da decisão

O que geralmente acontece é uma concessão de direito de uso para o loteamento – emitida pela prefeitura municipal –, que então passa a ser fechado, podendo haver controle da entrada e saída das pessoas.

População vai ao cemitério municipal e presta homenagens

Finados foi marcado por grande circulação de pessoas, movimentando o comércio local  

Matheus Clayton

O dia de Finados foi criado para honrar e lembrar as pessoas que já faleceram. As homenagens de Finados são feitas em 2 de novembro. Em Bragança Paulista, aproximadamente 25 mil pessoas passaram pelo Cemitério Municipal da Saudade para prestarem homenagens a seus entes queridos e amigos já falecidos, superando o ano de 2015, quando cerca de 20 mil pessoas estiveram presentes, segundo a administração do cemitério. O local esteve aberto das 6h às 18h e recebeu duas missas com a presença do bispo diocesano Dom Sérgio Aparecido Colombo, às 9h e às 15h,.

Em nota, a prefeitura municipal de Bragança Paulista registrou que somente ambulantes cadastrados estiveram no local vendendo flores, velas e comercializando alimentos. Para Marcos de Oliveira, um dos comerciantes cadastrados, as vendas foram boas. ‘‘Conseguimos vender bastante até o momento, está dentro das nossas expectativas. As pessoas prestam às suas homenagens, comprando flores para seus entes queridos, e nós conseguimos lucrar com as vendas”.

Os agentes de trânsito ficaram nos arredores para organizar o tráfego e orientar motoristas. Segundo a empresa de transporte público Nossa Senhora de Fátima, todas as linhas de ônibus tiveram suas linhas reajustadas e passaram nas proximidades do cemitério municipal.

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Arquitetura – Alguns túmulos e jazigos, presentes por todo cemitério, chamam a atenção pela arquitetura e pelas estátuas que representam a religiosidade e a fé, porém a visita de muitas pessoas se deve às histórias que os cercam. Entre os mais visitados está o das crianças do “Bastião Orelhudo”. Em 1974, Sebastião Antônio de Oliveira, com 59 anos, assassinou quatro crianças: Waldir da Cunha, de oito anos de idade, Maria Janete, de seis, e as irmãs Rosangela Gonçalves, com sete anos e Ana Gonçalves, com seis anos. Na época o caso ganhou repercussão nacional, ocasionando a prisão do suspeito, que ficou conhecido como “o Monstro de Bragança” – morto em sua própria cela, enforcado, no Hospital Presídio de Franco da Rocha, em 1975.

O túmulo onde as crianças estão recebem visitas e ofertas de balas, brinquedos e flores, em agradecimentos às graças alcançadas.

Sem patrocínio jovem lutador sonha em retornar ao octógono

Igor Gonçalves foi campeão amador de MMA em 2015 e uma lesão o impediu de subir ao profissional

Gislaine Januario

Desde que sofreu uma lesão no ano passado, o jovem lutador de MMA (Mixel Martial Arts) Igor Gonçalves teve que abdicar temporariamente do esporte. “Sempre pratiquei atividades esportivas como lazer, profissionalmente pratico MMA. No Brasil é complicado ser atleta dessa modalidade, as oportunidades são limitadas. Sofri um estiramento na minha estréia no profissional, uma fatalidade.”, conta.

Gonçalves mora na Bahia e foi campeão amador na modalidade em 2015. Questionado sobre suas maiores obstáculos ele diz: “as dificuldades são não ter apoio, não ter patrocínio, viver uma guerra por dia. A única ajuda que tenho é da minha mãe, pois no amador não há auxílio e no profissional as chances são poucas e não atendem as necessidades e custos dos lutadores.

Na academia onde treinava o instrutor de Gonçalves era o mesmo que formou Junior Cigano, o que lhe agregou muitos ensinamentos e esperanças futuras, “como o Cigano tem parceria com a equipe de MMA do Corinthians as chances de treinar lá são maiores. Meu objetivo é fazer graduação em Educação Física, aprender falar em inglês e partir para América, a terra do dinheiro e da luta”. Ele acrescenta que as cidades de São Paulo e Rio de Janeiro seriam destinos interessantes para conseguir visibilidade também.

Igor é muito jovem para o MMA, tem apenas 22 anos. Então ainda há tempo para se recuperar e voltar a ser um grande competidor e talvez uma promessa para representar o MMA brasileiro.

Bachiana Filarmônica encanta Atibaia

Uma das principais orquestras do Brasil apresentou-se na Arena do Centro de Convenções, em Atibaia

Concerto Especial comemorativo da temporada SESI de Musica 2011

Maestro João Carlos Martins, no comando da Filarmônica Bachiana, no Centro de Convenções

Otávio Pelegrino

No último sábado dia 12 de Novembro, Atibaia contemplou o show da Bachiana Filarmônica, uma das maiores orquestras do Brasil, comandada pelo mundialmente conhecido maestro João Carlos Martins. O show foi realizado ao ar livre na arena do Centro de Convenções “Victor Brecheret”, e com início as 21 horas, teve duração de aproximadamente 75 minutos de pura musica e passagens de emocionar o público local que preencheu toda a arena.

O espetáculo é promovido pelo SESI-SP, com o apoio da Prefeitura de Atibaia por meio da Secretaria de Cultura e Eventos, e foi oferecido de forma gratuita á população, com a arena aberta, um dos fatores que colaborou para que a presença do público fosse tão grande. João Carlos Martins trouxe o melhor da música erudita, ainda com composições de Beethoven, Mozart e também de Johann Sebastian Bach, vale destacar, que o maestro é um dos maiores intérpretes de Bach. O antigo músico é tão presente para João Carlos Martins, que um dos motivos do nome Bachiana é em homenagem a Johann Bach.

João Carlos Martins teve o ápice de sua carreira no piano, porém, problemas físicos o fizeram ir por outros caminhos. Porém, em participações especiais, como no final do espetáculo desse sábado, o maestro volta ao seu antigo instrumento e sensibiliza o público. Ocasião que ocorreu no Centro de Convenções e contagiou o público presente, que ao final do show, estavam muito satisfeitos com o um pouco mais de uma hora de espetáculo musical que assistiram e principalmente que ouviram.


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O especialista em Bach, João Carlos Martins, em seu piano, que o consagrou. Fotos:Arquivo

Primeira etapa do desassoreamento do lago Jaguarí está concluída

Prazo de entrega depende de uma nova discussão conjunta entre Prefeitura, Sabesp e Ministério Público

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Primeira fase libera parcela do Lago da Hípica Jaguari, exigindo continuidade. Foto: Renan Sciola

Renan Sciola

Em Bragança Paulista, o lago da Hípica Jaguari passa por processo de desassoreamento. A obra é realizada por etapas e através de um trabalho conjunto entre Sabesp, Prefeitura e Ministério Público. A primeira etapa consiste na remoção da vegetação aquática que cobre todo o espelho d’água do lago em torno de 10 mil metros². O secretário Municipal de Meio Ambiente Francisco Chen estima que foram removidos cerca de 10 mil metros³ de material vegetal e orgânico, livre de contaminação, na qual não oferece risco ao meio ambiente e depositado em uma área de bota fora localizado no Posto de Monta.

A fase seguinte depende de uma nova discussão em que consiste no desassoreamento e posteriormente a recuperação do seu entorno com o plantio de centenas de árvores, gramas e na preparação do paisagismo para a população local.

O lago começou a sofrer assoreamento a cerca de 10 anos, a princípio relacionado com as obras da Sabesp no despejo de materiais da estação de tratamento de água, gerando lodo e consequentemente lançado ao lago.

Isto gerou vários processos, em primeiro momento pela Câmara Municipal com a denúncias do vereador Miguel Lopes ao Ministério Público. A promotora de Justiça do Meio Ambiente Kelly Cristina Alvares Fedel entrou com uma ação judicial em 2005 para reparação do local.

Em meados de 2014, foi feito um acordo entre a Sabesp, Prefeitura e Ministério Público para reparação e recuperação do lago. A solução construída era de fazer um levantamento e estudo da área, um mapeamento para identificação da dimensão do local por conta da vegetação, um estudo baseado em imagens de satélites ao assoreamento e a criação do licenciamento ambiental.

Chen diz que o objetivo é devolver o lago a população com espaços para lazer como andar de bicicleta, caminhar e fazer piqueniques, além dos benefícios que os serviços ambientais irão proporcionar como reservar água de chuva, funcionará como barreira de filtro contra a poluição, combater enchentes, servirá como abrigo da área de convivência das aves e da fauna silvestre.


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Até automóvel foi encontrado dentro do Lago da Hípica, demonstrando abandono.

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Tímido espelho dágua dá sinais no Lago, nesta fase de desassoreamento. Fotos: Renan Sciola

 

Aumenta a procura por moto taxi em Atibaia

O moto táxi tornou-se uma necessidade cotidiana, além de ser um item reconhecido como utilidade pública.

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Serviço moto taxi atende 24 horas para suprir carência no transporte. Foto: Ademir Ernesto de Moraes

Ana Paula Medeiros

O moto táxi ganhou fama e espaço aos poucos em diversas cidades. Atualmente este meio de transporte tornou se uma alternativa, diante disso, cerca de 50% dos municípios brasileiros contam com esse serviço.

Para se tornar um moto taxista, o interessado deve possuir mais de 21 anos, realizar um curso que o habilite para exercer a profissão bem como possuir discriminado na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) que exerce tal função.

Em Atibaia existe um ponto aberto há aproximadamente cinco meses e  que já lucra mesmo com pouco tempo de serviço. O Expresso M.A., localizado no bairro do Alvinópolis,  possui 10 motos e cada profissional faz, em média, 20 corridas por dia. “Sentimos que o aumento da gasolina não prejudicou a procura. Uma corrida que custava R$ 8,00, hoje está sendo feita por R$ 10,00, dependendo do destino”, conta Gilmar, que trabalha nesse ramo há 10 anos.

“Uso esse meio de transporte alternativo porque não tenho um carro e mesmo sendo mais caro que uma passagem de ônibus, sempre penso em usar moto taxi por ser mais ágil e rápido” conta um cliente do local.

O sucesso deste meio de transporte se dá devido a possibilidade de transportar os passageiros para qualquer local. Além disso, este tipo de transporte é acessível para todos os níveis sociais.

Geralmente o moto taxista possui uma rotina de trabalho em vários períodos, além disso, para os moradores de qualquer cidade, o moto táxi tornou-se uma necessidade cotidiana, além de ser um item reconhecido como utilidade pública, pois proporciona milhares de empregos e facilidade de transporte para a população. Diante disso, quem não possui um transporte próprio ou deseja chegar mais rápido ao seu destino o serviço o aluguel em duas rodas é a opção mais acessível.