Teoria e prática move democracia brasileira

Técnicas conduzem para um processo de transformação na cultura política

Diversas etnias indígenas negociam em Brasília, conflitos de terra. Fonte: Elpaís

Etnias indígenas negociam em Brasília, conflitos de terra. Fonte: Elpaís. Foto:Zeca Ribeiro

Sabrina Duarte

A área da teoria política agrega contribuições no que diz respeito ao que deve ser de fato cumprido pelo governo, abrigando um pluralismo de perspectivas ideológicas e visões de mundo. Envolve também o esforço de reflexão crítica sobre realidade e a projeção do dever e da ordem. Por sua vez, a teoria política é um empreendimento intelectual que percorre toda a trajetória das sociedades ocidentais e é indissociável da construção histórica dessas sociedades como comunidades propriamente políticas.

A área da teoria política, normalmente acompanhada das reflexões sobre a história do pensamento político, vem se consolidando a cada ano na ciência política brasileira. Com isso, levanta questões acerca do desenvolvimento da prática política, da investigação de ideias e conceitos políticos centrais, suas mudanças em dada época ou sociedade e os embates ideológicos situados em contextos históricos específicos.

A democracia que deveria ser colocada em prática pode ser entendida como a interligação da livre operação do sistema político com o sistema de normas, valores, crenças e tradições culturais que predomina no interior desse mesmo sistema político. Por esse motivo, consiste na compreensão e aplicação das teorias dentro da sociedade.

A democratização, neste caso, estabelece a consolidação de uma ação política democrática no nível da sociedade civil e do sistema político, pois coloca em prática a resolução de conflitos e interesses divergentes. Porém, existe uma lacuna entre a teoria formal e a incorporação da democracia às práticas cotidianas dos agentes políticos. Na prática, o regime democrático se contraria muitas vezes com sua própria concepção teórica.

A prática política cotidiana pode ser considerada ética no momento em que haja coerência com os valores de sua teoria, quando luta por uma sociedade mais justa, igual e livre. Está presente na realidade dos cidadãos a partir de ações diretas de autogestão, nos setores sociais e populares, agindo com princípios, métodos e linha política em prol de uma sociedade.

É compreendido como ético um governo que aplica valores que conduzem a construção do poder popular e da transformação coletiva, contribuindo para uma o melhoramento social, político e econômico. Nesse sentido, os mais diversos problemas e contradições vão estar presentes nas dinâmicas das lutas ou nos processos revolucionários. Há inúmeros exemplos históricos, nos quais a proposta teórica de um governo não contribuiu para o progresso. A partir daí começa a luta da sociedade contra o sistema de dominação e exploração.

Levando em conta o cenário de um país como o Brasil —com registros de diferentes formas de autoritarismo, exclusão social, injustiças e desigualdades—, as práticas dominantes, neste caso, não são puramente democráticas. A condição de desigualdade social vem se confirmando, dividindo a sociedade em vários segmentos e circunstâncias, mas pouco é feito para alterar essa realidade hierárquica.

A realidade da democracia social hoje ainda é muito frágil, pois o modo de produção capitalista passa por uma mudança profunda para resolver a recessão mundial. Essa mudança conhecida como neoliberalismo, implicou o abandono da política do estado do bem estar social e o retorno à ideia liberal de autocontrole da economia pelo mercado capitalista.

O processo de identificar e mudar as práticas do sistema de opressão e dominação não é algo que ocorre da noite para o dia. Mas é dever da sociedade estar atenta e agir de maneira crítica, lutando pelos seus direitos, colocando posições, opiniões e contextualizando críticas em vez de generalizá-las a toda uma corrente, grupo ou ideologia.

No Brasil e em outras democracias, onde as estruturas e processos políticos estão sujeitos a transformações contínuas, cresce o número de estudos específicos realizados em vários segmentos sobre o assunto. Abrem-se então possibilidades para que a sociedade, através de informações uniformes, compreenda de forma consistente o processo político e saiba os seus direitos.

O debate, dizem os teóricos, deve ser encarado como importante ferramenta organizativa, postas a serviço da prática e tendo também como ponto de partida, seja nos níveis político ou social. É preciso empregar todos os esforços para aproximar, cada vez mais, a teoria da prática. A teoria está fundamentada em atuar na realidade, e o progresso é fruto das lutas cotidianas do povo.

A democracia sempre foi um ideal de vida em sociedade, desejado pelos povos em lugares e épocas. Sob a ótica do proletariado, a democracia é um mundo de justiça social que ainda se apresenta distante de muitos países, mas que não deve ser perdido de vista em nenhum momento. A verdadeira democracia é uma realidade ainda não atingida, mas que poderá ser alcançada com uma transformação radical da ordem estabelecida, ou seja, somente é possível fora das relações sociais capitalistas.


 

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Brasil caminha a passos lentos rumo à democracia

Modelo vigente é marcado por instabilidade política

País está longe de gestão participativa. Fonte: Reuters

País está longe de gestão participativa; práticas coronelistas ainda vigoram. Fonte: Reuters

Yasmin Godoy

Atualmente, existem diversos modelos políticos em vigor em todo o mundo. No Brasil, segundo a Constituição Federal, as decisões do Estado ocorrem de maneira democrática em um sistema presidencialista de governo. Está nesse princípio o alicerce fundamental do projeto constitucional brasileiro: todo o poder provém do povo e toda autoridade há de provir da escolha popular.

Em uma democracia, teoricamente, os governantes tendem a trabalhar em prol de questões populares, devendo filiar-se a um partido, ser representantes legítimos dos interesses do povo e incumbir-se de preparar programas de governo. Porém, alguns autores afirmam que o Brasil não possui partidos autênticos e sim, artificiais, controlados por oligarquias ou a serviço de minorias, que seguem interesses políticos e atendem a preocupações nem sempre condizentes com o bem estar geral da nação.

Em todos os modelos políticos que o país vivenciou, persistiram práticas antidemocráticas, de exploração e alienação ao povo. O coronealismo, por exemplo, seria uma prática ainda presente no cenário político brasileiro, onde os líderes se utilizariam do poder para oprimir a população. Assim, entende-se que essa soberania popular pregada pela democracia não existe, e sim, prevalece a imposição dos atuais governantes, que não se preocupam genuinamente com os interesses da grande maioria, e sim sobre o que pensa e quer a burguesia – classe à qual pertencem, defendem e favorecem.

Por essa razão, o sistema presidencialista é criticado por diversos estudiosos, já que a forma de governo representa um elemento determinante no perfil das instituições e dos atores políticos. Enquanto alguns o defendem por ser um modelo legítimo e democrático, outros criticam justamente sua fragilidade e falta de capacidade de atender à pluralidade que constitui a sociedade brasileira.

Juntamente com a vulnerabilidade da democracia, surgem questões como a instabilidade política e econômica, proveniente do atendimento do governo a vantagens partidárias e individuais em vez de coletivas. Nesse sentido, alguns estudiosos afirmam que o Estado provê as condições necessárias de geração e circulação de capital, de modo que pode ser considerado um instrumento de opressão de classe sobre classe, onde a burguesia impõe um modo de dominação política e exploração econômica na era capitalista: aqui aplica-se a lógica marxiana.

Assim, a política social seria uma invenção do modo capitalista de produção e do governo liberal, mas por outro lado, atenta para a necessidade de lutas e reivindicações para a constituição e a defesa de direitos sociais. Uma prática comum neste contexto é o neoliberalismo, onde há o enriquecimento de uma pequena parcela da população, enquanto a maioria enfrenta as incertezas de uma economia de mercado e o não-atendimento de suas necessidades básicas. Esta doutrina tem se tornado possível num contexto teoricamente democrático, porque as instituições governamentais, em vez de desempenharem seus papéis de trabalhar em prol de interesses públicos, têm, ao contrário, servido de apoio a setores que reproduzem sua dominação e seu enriquecimento.

Desse modo, é possível notar que vivemos em meio a uma falsa democracia, onde os trabalhadores são explorados, oprimidos e têm seus direitos negados pela classe dominante. O que se tem hoje são as práticas coronelistas de forma moderna, na qual as classes menos favorecidas são privadas do conhecimento, pois assim, não reconhecem seus direitos e, devido à repressão, não lutam por eles. Sendo assim, o atual modelo político brasileiro, por mais democrático que afirme ser, ainda guarda resquícios de uma sociedade pautada pelo autoritarismo dos governantes e pela pouca liberdade de expressão dos governados.

Por isso, alguns estudiosos defendem uma reforma constitucional, que leve em conta o caráter do povo, das instituições e a demonstração de suas condições sociais e econômicas. Por outro lado, as reivindicações populares são fundamentais para que haja transformações sociais, que devem ser cultivadas pelo debate responsável, através da formação política do povo e da predominância da democracia, sem a qual não é possível estabelecer uma gestão eficaz e participativa.

 

 

 

 

Drones – Uma extensão do Jornalista Moderno

              Pequenos e voadores essas maquinas vêm mudando o jornalismo investigativo.

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Homem realizando fotos aéreas.    Foto: Airpano

Marina Bastos e Jessica Tavares

Para conseguir entender os que são os drones e sua serventia no meio midiático, basta lembrar-se dos aviõezinhos, movidos a controle remoto, que eram apenas brinquedos na infância de muitas pessoas. Os drones são basicamente a mesma coisa. Outros vários objetos são considerados drones, como no caso de satélites, sondas espaciais e submarinas, são aparelhos não tripulados desenvolvidos pra operar através de instrumentos. De maneira generalizada, estes equipamentos estão sendo usados para realizar tarefas que ofereçam risco ao ser humano, ou entrar em lugares que nós simplesmente não conseguimos alcançar.

Os drones podem ter características que auxiliam o trabalho em qualquer meio, e cada vez torna-se mais populares e frequentes no cotidiano do jornalismo. Este instrumento já foi empregado em inúmeras áreas, tais como aparelhos de segurança, apetrechos militares, um dos seus usos mais curiosos seria como um material artístico, como no cinema, que é usado para capturar imagens difíceis, ou de algum panorama alto. Esta maquininha possui baterias pequenas, de longa duração, portanto é um aparelho leve e bastante útil.

No âmbito militar, existem drones que são ofensivos, com o intuito de bombardeio de alvos militares. Obviamente, seu custo é menor, sua aparelhagem é mais simples e seu sistema só permite voos pré-determinados com ajuda de controles. O seu objetivo principal é que, mesmo num período de guerra, os soldados que estariam em campo estão seguros enquanto o drone faz o trabalho “sujo”. Durante o acidente de Fukushima, quando houve o vazamento de substancias radioativas perigosas, o drone foi utilizado para capturar imagens e medir os estragos do local. O protótipo do robô T-Hanwk ficou pronto logo depois, ele foi usado para monitorar os reatores que foram danificados durante o acidente nuclear, com o objetivo próximo de fazer a limpeza de todo o material contaminado.

T hanwk

O protótipo do robô T-Hanwk foi usado para monitorar os reatores que foram danificados durante o acidente nuclear.

A tecnologia usada pelos drones ficou bastante popularizada no mundo todo, obviamente que o Brasil não ficaria de fora. A procura por esses robôs é basicamente feita on-line, na maioria das vezes esses equipamentos são importados. A Receita Federal chegou a apreender cerca de 10 a 15 aparelhos por semana. No jornalismo, o drone tem sido usado para acompanhar situações corriqueiras, e fazer imagens mais amplas, como no caso de boletins de transito. Alguns profissionais mais tradicionais acreditam que o drone é só um brinquedo novo, e logo a moda vai passar, segundo a jornalista Shirley Silva “eu já vi muito equipamento modernoso ficar obsoleto, não acredito que vá ajudar a transmitir informação, de certa forma o drone tira a emoção da reportagem”. Tanto jornalistas, quanto militares ou qualquer outra pessoa precisa pedir autorização para operar um drone.

Drone da Amazon adaptado para realizar entregas.

Drone da Amazon adaptado para realizar entregas.

No Brasil este equipamento entra na classe de Veiculo Aéreo Não Tripulado (VANT), ou seja, não é um brinquedo nem aeromodelismo. O crescimento exponencial desta atividade é feito sem que os equipamentos sejam legais ou estejam de acordo com as regras vigentes. O que mais preocupa as autoridades a respeito do uso dos drones é a espionagem, invasão do espaço aéreo, porem, as regras de uso e os formulários para a legalização do aparelho a fins de lazer é pouco acessível. Daniel Cavalcanti, gestor de TI, destaca que o código penal Brasileiro tem regras claras a respeito do uso do espaço aéreo: “É sempre importante que as pessoas se lembrem, que até mesmo para os aeromodelos existe a regra de proteção da integridade corporal das pessoas envolvidas e ao redor, dependendo do pedido pode ser negada a concessão aos drones. Dependendo de como esses aparelhos sejam usados e as consequências disso podem gerar punições”. É importante ressaltar que as regras de punição aplicam-se para aparelhos ilegais, não registrados, sem nota fiscal e que possam provocar lesões corporais.

Qualquer objeto que possa se sustentar na atmosfera, com o propósito contrário a lazer é sujeito às regras de uso do espaço aéreo Brasileiro, todo tipo de aeronave que pode ser pilotada a distancia (aeronaves remotamente pilotadas) precisa de autorização do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), exatamente igual ao de aeronaves tripuladas (aviões, jatos, monomotores e etc.). Em suma, a regra é exatamente a mesma para operar um avião ou um drone, já que é imprescindível a autorização para voo, a exceção também é a mesma: os voos que sejam executados com a finalidade de lazer, esporte, hobby ou competição, estas atividades aerodesportivas tem regras próprias, com exceção à autorização. Os formulários de autorização são distribuídos pela DECEA, e existe um especial para a utilização dos drones, deve observar que as regiões têm órgãos responsáveis distintos, em são Paulo e Rio de Janeiro é o Serviço Regional de Proteção ao Voo (SRPV-SP).

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Drone utilizado pela policia.

Para entender melhor como funciona e como é feito, assistam o vídeo do primeiro torneio de drones do Senai. gravado pela agencia Fiep.

 Você Sabe a Diferença entre DRONE, VANT E RPA?

Todos estes pequenos “robôs” têm nomenclaturas populares e técnicas, pois bem, Drone nada mais é do que um nome popularizado nos EUA. Lá fora, este apelido ficou famoso porque drone significa zangão/ zumbido em português, e este nome caracteriza qualquer objeto voador não tripulado, independente de seu propósito, seja ele profissional, militar ou recreativo. VANT é a sigla para Veiculo Aéreo Não Tripulado, é o nome oficial para drone, aqui no Brasil, porém, em solo tupiniquim esta nomenclatura é válida para qualquer nave projetada para voar sem piloto, ou seja, sondas e etc. Temos que observar que nem todo drone é um VANT, já que esta modalidade não inclui qualquer modo aerodesportivo. Dentro das terminologias de um VANT existe o RPA, que é a sigla em inglês para Aeronave Remotamente pilotada, ou seja, esta aeronave é pilotada através de equipamentos como computador, simulador, controle remoto e etc. Ainda dentro desta categoria existe a Aeronave Autônoma, que tem o endereço programado com coordenadas geográficas e não permite intervenções. Lembrando que a Aeronave Autônoma ainda não é regularizada no Brasil.

ENTREVISTA

A conversa realizada com Shirley Silva e Daniel Cavalcanti* demonstrou que dois profissionais que trabalham exclusivamente com informação podem ter opiniões bem divergentes. Shirley, é uma jornalista, de 63 anos, que preza pelo tradicionalismo, em outras palavras ela ama papel e caneta, a típica jornalista de bloquinho. Daniel é moderno, gestor de TI, de apenas 36 anos, tenta incorporar qualquer tipo de novidade tecnológica em sua rotina.

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Shirley Silva

 Você sabe o que é um drone?

Shirley: Eu sou velha, não desinformada, drone é um brinquedo novo para os marmanjos atrapalharem os jornalistas com imagens “colaborativas”.

Daniel: Drone é um dispositivo para captar imagens, bastante útil.

 Você compraria um? Com qual finalidade?

Shirley: Eu até compraria, mas daí seria só pra brincar no fim de semana. Captura de imagens é coisa séria.

Daniel: Estou há meses pesquisando o melhor modelo, mas usaria pra tudo, quem sabe espionar uns departamentos aí (risos).

 Você acha que as regras utilizadas pela França e Estados Unidos são rigorosas demais?

Shirley: De maneira alguma, espionagem é um assunto frequente na história dos Estados Unidos. Além do mais, a captura de imagens pessoais requer autorização e dá um processo longo.

Daniel: Não, tudo tem que ter regras, senão vira bagunça. Mas acho que a proibição não é o melhor caminho; quem sabe educação né?

 E o Brasil, afrouxa demais as regras?

Shirley: (faz uma cara feia) Querida, neste país não existe regras, quem chega primeiro leva!

Daniel: Eu não tenho um conhecimento especifico das regras, mas, se forem as mesmas para aeromodelismo é simples, afinal, para a população será só um hobby.

 Vocês assistiram alguma reportagem a respeito da Amazon usar drones para entregar encomendas? Neste aspecto é válido?

Shirley: Quem sabe daí demora menos (gargalhadas altas)

Daniel: Acho que este é o melhor trabalho para um drone!

 Acreditam que o drone seja uma maneira de evitar que jornalistas entrem em situações de risco?

Shirley: Realmente evita, mas cadê a alma da matéria? Nenhuma reportagem feita por drone vai ganhar prêmio, é muito vazio.

Daniel: Com certeza, não vejo motivos para arriscar a vida humana.

*A pedido do entrevistado Daniel Cavalcanti, sua imagem não será divulgada.

Segundo Boletim JobMix2014

OUÇA na Nuvem de Som de Jornalismo, o Boletim do evento Semana de Comunicação #JobMix2014

No segundo dia, palestraram Fulano, Cicrano e Beltrano no #JobMix2014

No segundo dia do #JobMix-2014 palestraram Vinicius Souza (JOR), MArco Antonio Rossi (RP), Rafael Daibs (PP)

SOUND.CLOUD.JORNALISMO

Vejam a programação do #Jobmix2014

Começa o Jobmix-FAAT-2014

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A partir da integração dos cursos de Jornalismo, Publicidade e Propaganda e Relações Públicas, o Jobmix-2014 da Faat traz este ano uma variedade de discussões e palestrantes, com a visível intenção de movimentar os estudantes desta habilitações, bem como fazê-los pensar a partir da várias proposições e provocações dos visitantes. Acompanhe abaixo a programação, leia os posts dessa semana e comente o que considerar necessário.


PROGRAMAÇÃO
Dia 13/10

:: RELACIONAMENTO COM A IMPRENSA – DISCUTINDO ESSA RELAÇÃO TÃO DELICADA:

Palestrante: Ricardo Mendes (Mendes e Nader Comunicação), que atuou na Burson Marsteller e LVBA Comunicação, repórter especial na Rede Globo, SBT e TV Cultura/SP, Repórter Especial, editor de Política em DF (TV-Cultura), e passagem por Dia e Noite, Diário da Região – S. José do Rio Preto, e revistas Manchete, PEGN, bem como jornais Diário Popular e Shopping News

:: LALALA DOG – A ARTE DE RUA QUE VIROU MARCA:

Palestrante: João Ricardo Vieira Santos, ou “Jaum”, Dj , tatuador, produtor eletrfunk e trap, e grafiteiro criador do personagem Lalala-dog espalhado pelo Alto Tietê

Dia 14/10

:: MARCA FORTE: UM OLHAR PARA OS PROJETOS CULTURAIS MUITO ALÉM DO ESPETÁCULO
Palestrante: Marco Antonio Rossi – da Mega Brasil Comunicação

:: DOCUMENTÁRIO: A IMPORTÂNCIA DO REGISTRO SEM O VÍCIO DO OLHAR

Palestrante: Vinicius Souza, da Difusão Cultural, cineasta, cineclubista, artista plástico, oficineiro e produtor cultural, coordenador do Núcleo de Produção e Exibição Audiovisual na Associação de Difusão Cultural de Atibaia, idem na Difusão Cineclube e Coordenador de mostras na Festival de Atibaia Internacional do Audiovisual, vencedor do Prêmio de melhor Curta no Festival Regional Curta Atibaia 2012, além de ser selecionado para o Festival Internacional de Cinema de Contis – França, Mostra Brésil en Mouvements Paris/França, Festival Iberoamericano Cinesul 2012, Festival Visões Periféricas 2012 e pelo Festival Internacional Art deco 2012. Realizou o Dia Internacional da Animação 2010/2011/2012, a Mostrav Vídeo Índio Brasil 2011 e Nós na Tela 2011, bem como da Exposição Reconnaître.

:: REDES SOCIAIS NO AMBIENTE ON LINE

Palestrante: Rafael Daibs, publicitário com atuação em projetos da Umbro, Medley, 3M Inovação, Elma Chips, Continental Pneus Brasil, Rede China in Box, Carmim, Rail Europe Conexão, Comissão Europeia de Turismo, Paris Filmes, além de professor universitário e consultor para pequenas e médias empresas.

Dia 15/10

:: OS 50 ANOS DO GOLPE DE 64

Palestrante: Antonio Roberto Espinosa, USP, Comissão da Verdade, jornalista brasileiro e ex-comandante das organizações armadas VPR (Vanguarda Popular Revolucionária) e VAR-Palmares (Vanguarda Armada Revolucionária Palmares). Em julho de 1968, ajudou a organizar a ocupação da Cobrasma (Companhia Brasileira de Material Ferroviário). Doutor em Ciência Política pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, professor de Política e Relações Internacionais, além de editor-chefe da Abril Cultural, do Jornal Primeira Hora. É um dos idealizadores da Comissão Municipal da Verdade de Osasco.

:: BRAND SENSE – O SENTIDO DAS MARCAS

Palestrante: Paulo Lima, especializado em MKT e Branding, diretor e fundador do Ideia de Marketing, bem como lançou o primeiro e-book brasileiro sobre brand sense, construção das marcas baseado nos sentidos humanos. Já palestrou nas universidades de São Paulo (Bellas Artes e UBC), Rio de Janeiro (UERJ) e Paraná (UNIUV), é facilitador em treinamentos e consultor (marketing e branding) em empresas de pequeno e médio porte.

:: CONSTRUINDO SEU PROJETO PROFISSIONAL EMPREENDEDOR

Palestrante: André Medeiros – da Thinkers.


 

Todos estão convidados! Compareçam, participem, divulguem!

Atibaia News existe desde 2008 no município

Há seis anos falando sobre política para os moradores de Atibaia (Print SC website)

Há seis anos falando sobre política para os moradores de Atibaia (Print SC website)

 

Katarina Brandi

O portal Atibaia News surgiu em 2008 falando principalmente sobre política, e procura até hoje passar informações sobre o poder público da região. Esse é um dos assuntos abordados no jornal, porém pode-se conferir outras editorias dentro do mesmo. Adriana Carvalho é a atual responsável pelas notícias do portal.

A ideia do site foi de Jair Gonsalves, jornalista que viajava muito a trabalho e sempre observava algumas ocorrências nas estradas durante o trajeto. Foi a partir desse momento que teve a vontade de fazer um portal de notícias sobre os acontecimentos nas rodovias.

Proprietária do portal Atibaia News (Arquivo pessoal da jornalista)

Proprietária do portal Atibaia News (Arquivo pessoal da jornalista)

Jair trabalhava para a rede Cidade News e por esse motivo o portal recebeu o nome de Atibaia News. Adriana Carvalho se interessou pelo site e começou a entrar em contato com o proprietário e iniciou um trabalho jornalístico enviando matérias para ele.

De acordo com a jornalista foi no final de 2009 que o jornal passou a ser dela própria. Jair Gonsalves continuou participando do portal, mas não na área administrativa e sim ajudando nas postagens do Facebook. O jornal hoje possui mais matérias direcionadas para assuntos policias e relacionados a política. Segundo a jornalista os conteúdos que são mais específicos faz com que às matérias tenham um critério maior de apuração.

Rádio Bragança 65 anos no ar

Direção AM 1310

MODERNIDADE: Bruno, Nho-Nico, primeiro locutor, e José de Lima proprietário da emissora Foto( Ted Fagundes)

 

Ted Fagundes

Apesar deter sido fundada em 30 de Abril de 1948  A primeira emissão radiofônica oficial ocorreu dia 4 de abril de 1948, quando participaram autoridades e figuras representativas da sociedade bragantina. A radio nos primeiros anos ela funcionava no centro de Bragança Paulista em uma casa de teatro pois naquela época era comum os programas serem festivais e ser feito ao ar livre com plateia e cantores e gincanas ao vivo. Nho –Nico foi um dos primeiros funcionários da emissora e trabalhou por lá 60 anos ou seja praticamente a vida dele e da radio juntos e conta como era na época.

Na década de 70 a radio ganhou um prédio em parceria com a Diocese onde esta hoje localizado na coronel Osório 84 na mesma época em que José de Lima investiu e comprou a emissora. Que na época ninguém queria pois ninguém tinha a visão que poderia dar lucros no futuro. O futuro da rádio vem ganhando  com a meta definida pela sua diretoria atuando em várias frentes: novos equipamentos, modernização das instalações e entrada no ar das chamadas rádios digitais. Estão envolvidos produtores, técnicos, operadores de som, discotecários, locutores, narradores, redatores, repórteres, setoristas, humoristas, sonoplastas, contra-regra, cantores e maestros. A rádio também desenvolve prestação de serviços, como campanhas de saúde, educação, redução de impostos, melhoria no transporte e segurança, defesa do consumidor ,entre outras. A AM 1310 ganhou muita proporção nacional em 1990 com as transmissões dos jogos do Bragantino que estava em uma ótima fase.

Estúdio onde acontecem as transmissões on line. Foto (Ted Fagundes

Foi a partir do ano 2007 quando a internet se tornou  uma  ferramenta   mais utilizada e as pessoas  deixaram de ouvir um  pouco o rádio Am  devido ao som e dando prioridade ao Fm com  isso as   vendas de propagandas caíram. Quando em 2010 a radio investiu mais  de 45 mil reais em equipamentos para  concorrer com a internet.A Rádio  Bragança oferece mais  uma ferramenta para conquistar  milhares  de   pessoas ,  interligada a Rede Mundial  de Computadores através do  site http://radiobraganca.com.br/site/  já está transmitindo sua programação  para todo o planeta através da “TV On Line” em  canal  de áudio e imagem  com  adequados  equipamentos ,cameras digitais ,estúdios diferenciados  e suporte técnico  para  qualquer transmissão externa. A rádio Bragança conta hoje com o poder de investir na mudança do Am para o Fm que deve  acontecer até Agosto de 2014.O empresário e proprietário Jose de lima já investiu cerca de 1,5 milhão  em equipamentos modernos para essa mudança como transmissor digital microfones mesas de Som entre outros que darão mais qualidade a quem ouvir a radio agora a partir de agosto em Frequência modulada Fm. Para ele investir em algo como rádio é investir na população na cultura na prestação de serviços é investir no jornalismo local e regional deixando as pessoas que nos ouve bem informadas.